Mensalidades de BJJ em Portugal: quanto cobrar em 2026

Equipa Stryde · 18 min de leitura · Atualizado a 6 de julho de 2026
Resposta rápida

Numa academia de BJJ em Portugal, a mensalidade de adulto anda nos 45 a 65 € por mês em 2026, conforme a região e a frequência; o plano de kids fica nos 26 a 44 €, e a aula avulsa (drop-in) nos 15 a 20 € (recolha de julho de 2026 em preçários publicados). Mas metade das academias não põe o preço à frente, e o número que interessa não é o da academia do lado: é o teu piso, a mensalidade abaixo da qual perdes dinheiro depois de pagar renda, professor, seguro e federação.

Neste artigo
  1. Quanto cobram as academias de BJJ em Portugal? (os preços reais)
  2. Porque é que metade das academias não publica o preço?
  3. Porque é que uma academia de BJJ não se compara a um ginásio
  4. O piso: a mensalidade abaixo da qual perdes dinheiro
  5. As famílias: um pagador, vários atletas, e o desconto que faz sentido
  6. Kids: o motor financeiro que não parece
  7. Então, quanto devo cobrar? (juntar tudo)
  8. Perguntas frequentes
  9. Fontes

Toda a gente que abre uma academia faz a mesma pergunta: "quanto é que se cobra de BJJ por cá?" E logo a seguir faz a pior comparação possível: olha para o ginásio de máquinas ao lado, vê 30 € na montra, e fica com medo de cobrar mais. Não vendes a mesma coisa. O ginásio vende acesso a uma sala; tu vendes horas de tatami com um professor, um caminho de faixas, e uma turma de miúdos que traz a família atrás. O preço certo não sai de olhares para o ginásio. Sai de duas contas, e são essas as que vamos fazer aqui.

Uma nota antes dos números. Os preços por academia vêm de uma recolha que fizemos em julho de 2026 em preçários publicados à frente, um por um, tal como fizemos para a mensalidade média de ginásio em Portugal. São preços anunciados, não um estudo estatístico. E há aqui uma parte da história que ninguém conta: metade das academias não publica preço nenhum. Isso não é um buraco na recolha, é um dado sobre o mercado, e voltamos a ele.

Quanto cobram as academias de BJJ em Portugal? (os preços reais)

Vamos aos números que estão mesmo à frente. Estas são academias que publicam o preçário no site, de norte a sul, com adultos e kids separados sempre que a academia os separa. Recolha de julho de 2026, com a fonte de cada linha.

AcademiaRegiãoAdultoKidsDrop-inFonte (consulta: jul. 2026)
Five ElementsLisboa70 € (fid. 12m) a 150 € (mensal), ilimitadon/d20 €fiveelementsjiujitsu.com
Demian Maia JJGrande Lisboa60 €/mês60 €/mês15 €demianmaiaportugal.com
Jitsu FozPorto65 €/mês44 € (kids/junior), 60 € (teens)n/djitsufoz.com
Academia Boavista FCPorto40 € (3x/sem) a 50 € (ilimitado)7+ anos, sob consultan/dacademiaboavistafc.pt
5EJiu‑Jitsu AlentejoAlentejo35 € (anual) a 65 € (mensal), ilimitadon/d20 €nucleojiujitsualentejo.com

E os planos por frequência, onde a academia os detalha, ajudam a ler a banda toda:

AcademiaPlanoMensalidadeFonte (consulta: jul. 2026)
Fight Club GuardaAdulto 1x/semana25 €/mêsnewinguarda.nit.pt
Fight Club GuardaAdulto 2x/semana35 €/mêsnewinguarda.nit.pt
Fight Club GuardaAdulto ilimitado45 €/mêsnewinguarda.nit.pt
Fight Club GuardaKids 1x / 3x semana26 € / 36 €/mêsnewinguarda.nit.pt
Academia Unlimited (Barreiro)1 atividade (+15 € por extra)35 €/mêsnewinbarreiro.nit.pt

Lê-se assim. A mensalidade de adulto de BJJ em Portugal assenta nos 45 a 65 € por mês, e a frequência é que a move: 25 a 35 € para uma ou duas vezes por semana, 45 a 65 € para treinar quando quiseres. O kids fica quase sempre abaixo do adulto, nos 26 a 44 €, e vamos ver porquê, que é a parte mais importante. A aula avulsa anda nos 15 a 20 €. Fora disto, quase toda a gente cobra uma inscrição de 30 a 50 € à entrada, muitas vezes com o seguro incluído (30 € na Demian Maia, 50 € na Five Elements e no Alentejo). Compara isso com os 25 a 40 € de um ginásio low-cost e percebe-se a tentação de baixar. Não baixes. A conta é outra, e vemo-la já.

Porque é que metade das academias não publica o preço?

Repara no que falta nas tabelas acima: as grandes redes. A Gracie Barra Cascais, a Gracie Barra Boavista, a Vita Team, a De La Riva Aveiro, o Studio Absoluto, quase nenhuma põe a mensalidade à frente. Pedem-te uma aula experimental grátis e o contacto, e só aí falam de preço (Gracie Barra Cascais; Gracie Barra Boavista; Vita Team). Isto não é acaso, e não é preguiça de meter um preçário no site.

É estratégia, e vale a pena perceberes-lhe a lógica antes de decidires a tua. Quem esconde o preço quer que a pessoa venha ao tatami primeiro. A ideia: se experimentas uma aula, sentes a turma e sais a querer voltar, o preço deixa de ser a primeira coisa que pesas. Para uma arte em que a decisão é mais emocional do que num ginásio de máquinas, funciona. A troco disto, perdes as pessoas que só querem saber o número e desistem por não o encontrar.

Não há um lado certo. Publicar o preço filtra a sério: quem marca a experimental já sabe o que custa e vem meio decidido. Esconder puxa mais gente à porta mas gasta-te mais aulas experimentais com quem depois acha caro. A regra prática, para ti: se o teu preço é competitivo na tua zona, publica-o e usa-o como filtro. Se estás acima do mercado por causa do professor ou da estrutura, esconde e vende na aula. O que não podes é esconder por não teres decidido o preço, que é o caso da maioria. Decidir bem é o que vem a seguir.

Porque é que uma academia de BJJ não se compara a um ginásio

Antes de definires o teu preço, arruma esta ideia, porque é a base de tudo. Um ginásio low-cost cobra 25 a 40 € e mete 200, 300 pessoas na sala ao mesmo tempo, sem ninguém a olhar para elas. A conta dele é volume puro: muita gente a pagar pouco, a partilhar as mesmas máquinas, sem professor à frente.

Uma academia de BJJ é o oposto. Vendes uma aula com professor num tatami que só aguenta um número de alunos por sessão. O que o aluno paga não é o acesso à sala, são as horas de tatami e o caminho: a faixa branca que quer a azul, os graus que vai somando, o professor que o corrige um a um. Isso não escala como um ginásio. Cada hora de aula tem um professor a custar dinheiro, e o tatami roda um punhado de vezes por dia, não em contínuo. É por isso que uma academia a 30 € não fecha as contas, a não ser que o professor não cobre pela hora dele. O preço mais alto do que o ginásio não é ganância. É a diferença entre vender acesso e vender ensino.

Guarda a ideia, porque muda a pergunta. Não é "quanto cobra o ginásio ao lado?", nem sequer "quanto cobra a academia da outra rua?". É quanto me custa manter o tatami aberto, e por quantos atletas divido esse custo? É a essa conta que passamos.

O piso: a mensalidade abaixo da qual perdes dinheiro

Aqui está a parte que quase nenhum dono de academia faz, e que devia fazer primeiro. Antes de olhares para a concorrência, calcula o teu piso: a mensalidade mínima que cobre os custos. Abaixo dela, cada atleta novo afunda-te mais. É uma conta de três passos.

Passo 1: soma os custos fixos do mês. É tudo o que pagas mesmo com o tatami vazio. Um exemplo realista de uma academia de bairro, com um professor a tempo inteiro:

Custo fixo mensalValor
Renda do espaço1 200 €
Professor (salário + Segurança Social)2 200 €
Água, luz, limpeza, manutenção do tatami400 €
Seguro do espaço e software de gestão200 €
Total de custos fixos4 000 €

Uma academia de BJJ é dos negócios mais baratos de abrir e manter que há no desporto: o tatami é o grande investimento inicial, e depois disso o custo pesado é o professor e a renda. Não há máquinas caras a amortizar nem piscina a aquecer. Por isso o piso costuma ser mais baixo do que numa box ou num ginásio de gama média.

Passo 2: conta os atletas que pagam, não os que aparecem. Este é o passo onde as contas mentem a toda a gente. A tua turma das 20h está cheia, mas o que paga as contas é o número de atletas ativos com mensalidade, não os lugares no tatami nem quem vem à experimental e não volta. Uma academia de bairro saudável vive com 60 a 100 atletas ativos entre adultos e kids. Para o exemplo, fica em 80 atletas.

Passo 3: divide. O piso é os custos fixos a dividir pelos atletas:

Piso da mensalidade = custos fixos mensais ÷ atletas ativos
4 000 € ÷ 80 atletas = 50 € por atleta só para empatar

Cinquenta euros. É esse o teu chão neste exemplo, e ainda não pagaste imposto nem tiraste um cêntimo para ti. Se cobras 45 € de média com esta estrutura, cada atleta que entra tira-te dinheiro, porque não cobre a parte dele do custo. É por isso que copiar o preço da academia do lado é perigoso: se ela tem 110 atletas e um professor que também é o dono e não se paga a hora, o preço que a ela chega a ti dá prejuízo.

E falta um custo por cima de tudo, que numa academia é obrigatório e o ginásio não tem: o seguro desportivo e a federação por atleta. A filiação na federação (FPJJB) custa 50 € por ano por atleta e inclui o seguro desportivo obrigatório, válido 365 dias (FPJJB, como se filiar). São mais 50 € por cabeça por ano que alguém paga, tu ou o atleta. Muitas academias cobram-no à parte, uma vez por ano, e fazem bem: metê-lo na mensalidade esconde-o e desce-te a margem sem tu dares conta.

As famílias: um pagador, vários atletas, e o desconto que faz sentido

Aqui está o que separa uma academia de BJJ de quase todos os outros negócios de fitness: o pagador raramente é uma pessoa só. É uma família. O pai que treina e traz os dois filhos. A mãe que inscreve a filha e depois entra ela também. Uma casa, três atletas, um pagador, e isto muda a forma como pões o preço.

A conta da família tem duas leituras, e tens de fazer as duas:

  • A boa: o valor por casa dispara. Um adulto sozinho a 55 € vale-te 55 €. Uma família com o pai a 55 € e dois filhos a 40 € cada vale-te 135 € por mês, da mesma porta. É o cliente mais rentável e mais fiel que tens: uma família inteira não sai da academia por causa de dez euros, e fica anos.
  • A que dói: o pagador soma tudo. Esse mesmo pai não vê três mensalidades, vê 135 € a sair da conta dele todos os meses, e a certa altura pesa. É por isso que o desconto de família não é simpatia, é o que segura o cliente mais valioso que tens antes de ele fazer a conta e hesitar.

O padrão que resulta é simples: preço cheio no primeiro, desconto no segundo e no terceiro da mesma casa. Um desconto de 10 a 20 € por irmão a partir do segundo atleta é o comum, e paga-se sozinho, porque o que perdes no desconto ganas em manter a família inteira dentro. O que não podes é gerir isto no papel: três mensalidades a datas diferentes na mesma casa, sem saber quem já pagou, e a família fica com a sensação de trapalhada, que é o oposto do que queres num cliente que vale 135 € por mês.

Uma última nota para os pais que deduzem no IRS: alguns querem uma fatura por filho, outros querem uma só. Deixa as duas hipóteses abertas. Num software como o Stryde, uma conta de família liga vários atletas a um pagador e cada movimento gera a fatura certificada certa, com o seguro de cada um à vista, que é onde a gestão à mão costuma cair.

Kids: o motor financeiro que não parece

Se há uma decisão de preço que muda o resultado do ano, é o que fazes com as aulas de kids. À primeira vista parecem o plano mais barato, o que rende menos por cabeça: 26 a 44 € contra os 55 € de um adulto. É essa a leitura errada, e custa caro.

Olha para os kids pelo que eles trazem, não pelo que pagam. Três coisas fazem deles o motor:

  • Enchem os horários mortos. A aula de miúdos é ao fim da tarde, entre as 18h e as 19h30, antes de os adultos saírem do trabalho. É a hora em que o tatami estaria vazio. Um plano de kids a 36 € numa hora que não vendias a ninguém é lucro quase puro, porque o professor e a renda já os pagas na mesma.
  • Trazem a família. Um miúdo inscrito é a porta de entrada da casa toda. O pai que fica a ver a aula acaba muitas vezes no tatami dos adultos, e o irmão mais novo entra atrás. Um kids não é um cliente, é o primeiro de dois ou três.
  • Ficam anos. Um miúdo que começa na faixa branca aos oito anos e gosta fica-te até à adolescência. A retenção das aulas de kids, quando a experiência é boa, é das mais altas que uma academia tem, e a retenção é o que decide se o negócio dá.

Por isso o preço dos kids não se define para ser barato, define-se para encher a turma e abrir a casa. Cobra abaixo do adulto, sim, mas não tão abaixo que a aula não pague o professor daquela hora; e trata cada miúdo como o início de uma família, não como meia mensalidade. É a leitura que separa uma academia que sobrevive de uma que cresce.

Então, quanto devo cobrar? (juntar tudo)

Já tens as peças: o mercado (adulto nos 45 a 65 €, kids nos 26 a 44 €, conforme a região e a frequência), o teu piso (o exemplo deu 50 €), o seguro e a federação por fora (50 €/ano/atleta), e a lógica da família e dos kids. Falta arrumá-las numa decisão. A regra prática:

  • Começa pelo piso, não pela concorrência. Se o teu piso é 50 € e a academia do lado cobra 45 €, o problema não é o teu preço, é a tua estrutura: ou tens poucos atletas, ou o professor custa muito para o número que enches. Não desças para os 45 € para a acompanhar. Resolve a estrutura primeiro.
  • Vende por frequência, ancora no ilimitado. Mostra o plano de treinar quando quiseres primeiro, que é o teu plano-âncora e o mais rentável por atleta, e põe o 2x/semana por baixo para apanhar quem não pode vir todos os dias. A ordem em que mostras muda o que a pessoa escolhe.
  • Cobra o seguro e a federação à parte, uma vez por ano. Mete-os na inscrição ou numa cobrança anual clara, não escondidos na mensalidade. Assim a margem da mensalidade é limpa e o atleta percebe o que está a pagar.
  • Não te compares com o ginásio, compara-te com a academia. O sítio certo para olhar é sempre outra academia de BJJ da tua zona, nunca o ginásio de máquinas ao lado. Quem procura BJJ já sabe que há ginásios a 30 € e escolheu treinar no tatami na mesma. Baixar para competir com o ginásio não te traz os clientes dele e desvaloriza-te aos olhos de quem já pagava de bom grado.

A mensalidade decide quanto entra por atleta. A retenção decide quantos meses esse atleta paga, e num negócio de faixas e de famílias a retenção é altíssima quando a experiência é boa. As duas juntas, não o preço sozinho, é que dizem se a academia dá. Se estás a montar as contas, vê a seguir a taxa de retenção média de um ginásio, porque é o número que mais mexe com o que ganhas ao fim do ano.

Perguntas frequentes

Quanto custa a mensalidade de jiu-jitsu em Portugal?

Numa academia de BJJ, o adulto anda nos 45 a 65 € por mês em 2026, conforme a região e a frequência: 25 a 35 € para uma ou duas vezes por semana, 45 a 65 € para treinar quando quiseres. O plano de kids fica nos 26 a 44 € e a aula avulsa nos 15 a 20 € (preçários publicados, julho de 2026). Quase sempre há uma inscrição de 30 a 50 € à entrada.

Porque é que o BJJ é mais caro do que um ginásio normal?

Porque vende outra coisa. Um ginásio dá acesso a máquinas para centenas de pessoas ao mesmo tempo; uma academia vende horas de tatami com um professor à frente e vagas por turma. Cada aula tem um professor a custar dinheiro. Essa estrutura não deixa a mensalidade descer ao nível do low-cost, e quem procura BJJ já sabe disso.

Quanto devo cobrar de mensalidade na minha academia de BJJ?

Calcula primeiro o teu piso: soma os custos fixos do mês (renda, professor, água, luz, seguro do espaço) e divide pelo número de atletas ativos que pagam. Esse valor é o mínimo que empata. Cobra acima dele, com margem, e cobra o seguro e a federação (50 €/ano/atleta) à parte. Compara-te com outras academias, nunca com o ginásio ao lado.

Como devo cobrar às famílias com vários filhos?

Liga todos os atletas a uma conta de um só pagador e cobra de uma vez, com desconto a partir do segundo da mesma casa (10 a 20 € por irmão é o comum). A família é o teu cliente mais rentável e mais fiel; o desconto paga-se sozinho por manter a casa inteira dentro. Deixa a escolha entre uma fatura única ou faturas separadas por filho, para o IRS.

Vale a pena o seguro desportivo estar incluído na mensalidade?

É melhor cobrá-lo à parte, uma vez por ano. A filiação na federação custa cerca de 50 € por atleta por ano e inclui o seguro desportivo obrigatório (FPJJB). Metê-lo na mensalidade esconde-o e desce-te a margem sem dares conta. Numa cobrança anual clara, o atleta percebe o que paga e a tua mensalidade fica limpa.

Definir a mensalidade de uma academia de BJJ é isto: saber o preço da tua região, calcular o teu piso a partir dos custos, tratar as famílias e os kids como o motor que são, e nunca te medires pelo ginásio de máquinas ao lado. A conta só funciona se souberes quantos atletas ativos tens, quem tem o seguro em dia e o que cada turma rende, mês a mês. É isso que o Stryde te tira das mãos, da gestão dos atletas às faturas certificadas, num só sítio. Marca uma demo e vê o Stryde a funcionar no teu espaço. Se estás a escolher a ferramenta, vê também o melhor software para academias de BJJ e MMA.

Fontes

Última atualização: 6 de julho de 2026. Os preços por academia foram recolhidos em julho de 2026 em preçários publicados nos sites oficiais. Revistos quando as academias mexerem nos preços de tabela, e no mínimo uma vez por ano.

Nota de método: os preços por academia são uma amostra de conveniência de valores anunciados em julho de 2026, não um estudo estatístico. Metade das academias, sobretudo as grandes redes, não publica preço à frente e pede contacto, por isso a recolha pesa para quem publica. Cada preço remete para a página onde foi consultado. O cálculo do piso usa custos de exemplo, não valores reais de nenhuma academia; troca-os pelos teus.

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