Quanto cobrar por uma aula de yoga em Portugal em 2026

Equipa Stryde · 18 min de leitura · Atualizado a 7 de julho de 2026
Resposta rápida

Numa recolha de julho de 2026, a aula de yoga avulsa em Portugal anda nos 12 a 25 €, a mensalidade de uma aula por semana nos 30 a 60 €, o pack de 10 aulas nos 125 a 200 €, e o ilimitado nos 75 a 158 €. O yoga fica bem abaixo do reformer: sem equipamento caro e com turmas maiores, o custo por aula é menor, e a cultura do acessível puxa os preços para baixo.

Neste artigo
  1. Porque é que o yoga não se compara ao reformer
  2. Quanto custa mesmo uma aula de yoga em Portugal?
  3. A conta que decide o teu preço: o custo por aula
  4. A aula por donativo: o que resolve e o que esconde
  5. Drop-in, pack ou mensalidade: o que cada formato te diz
  6. Competir contra o grátis: o YouTube, as apps e o ginásio
  7. Como medir se o teu preço está certo
  8. Perguntas frequentes
  9. Fontes

Estás a montar o preçário do estúdio de yoga e a primeira coisa que fazes é olhar de lado para os vizinhos: quanto é que eles pedem, e onde é que eu me ponho? A resposta curta está na caixa acima. A útil, a que te diz onde pôr o teu número, é outra: o yoga não se cobra como o reformer, e não se cobra como um ginásio. Tem um universo de preços só dele, mais baixo, com uma cultura do acessível a puxar por baixo e o vídeo grátis a puxar por trás. Este guia é para pores o teu número a olhar para esse universo, não para o do estúdio de reformer ao lado.

Uma nota antes dos números. Não há nenhum estudo público sobre preços de yoga em Portugal. Por isso os valores aqui vêm de uma recolha que fizemos em julho de 2026 nos preçários dos estúdios, um por um. É uma fotografia honesta de onde estavam os preços anunciados, não uma média oficial. Já te dizemos como foi apanhada, para saberes o que estás a ver.

Porque é que o yoga não se compara ao reformer

Se vieste do preçário do reformer, esquece-o. São dois negócios diferentes na mesma sala, e a diferença está toda no custo de cada lugar.

Um estúdio de reformer vive de poucos lugares numa sala cara. Cada aluna precisa da sua máquina, e uma máquina boa não é barata; a sala mete 6, 8, no máximo 12 pessoas, e cada uma tem de pagar o equipamento e a instrutora às costas. Por isso a aula de reformer anda nos 18 a 35 €. O yoga não tem nada disso. Precisas de uma sala, tapetes e uma instrutora. Não há equipamento caro a amortizar, e a mesma sala que leva 8 reformers leva 15, 20 tapetes. Mais lugares para dividir o mesmo custo, sem uma máquina a pesar em cima: é por isso que o yoga é mais barato, e é por isso que o comparar com o reformer te desalinha o preço. Se estás entre os dois, o quanto cobrar por uma aula de reformer em Portugal trata do universo caro; este trata do acessível.

Depois há a parte cultural, e vale a pena ser honesto sobre ela. O yoga carrega uma tradição de acesso: aulas por donativo, aulas comunitárias, a ideia de que a prática não deve ter barreira de dinheiro. Isso é bonito e é real, e tem um efeito nos preços que não podes ignorar: a âncora de preço do yoga está baixa. Muita gente que procura yoga já viu aulas a 5 € de donativo, aulas grátis na junta de freguesia, apps a 10 € por mês. O teu preço de estúdio, com sala e instrutora certificada, entra nessa cabeça já a competir com o quase-de-graça. Não podes fingir que essa âncora não existe. Tens de a conhecer para lhe responder com valor, não com desconto.

Quanto custa mesmo uma aula de yoga em Portugal?

Depende do formato e da cidade, mas menos do que se pensa. Aqui está a recolha de julho de 2026, com o preço que cada estúdio publica no site.

EstúdioCidadeAvulsaMensalidadePack / ilimitadoFonte (jul. 2026)
VairagyaLisboa / Cascais12 €1x/sem 30 €; 2x/sem 40 €n/dvairagya.pt
Om Iyengar YogaLisboan/d1x/sem 60 €; 2x/sem 75 €ilimitado 90 €omiyengaryoga.com
OM AcademyPorto16 €1x/sem 48 €; 2x/sem 79 €; 3x/sem 100 €5 = 70 €; 10 = 125 €; ilimitado 158 €omacademy.pt
Lotus StudioPorto25 €4h 65 €; 8h 90 €; 16h 120 €pack 8h 160 €; joia 70 €lotus.pt
Manta YogaBragan/d1x/sem 40 €; 2x/sem 55 €ilimitado 75 €mantayogastudio.com

Lê-se assim. A aula avulsa anda quase toda entre os 12 e os 25 €, com o grosso nos 12 a 16 €. Repara na diferença para o reformer: o piso do reformer (18 €) é quase o teto da avulsa de yoga. A mensalidade de uma aula por semana parte-se entre os 30 e os 60 €: os 30 € da Vairagya são de quem vende acessível, os 60 € da Om Iyengar são de quem se posiciona no método e no nome. O ilimitado vive nos 75 a 158 €, com o topo (158 € da OM Academy) já a incluir fitness além do yoga.

Duas coisas saltam à vista. Primeira: a mensalidade barata de yoga custa menos do que muitas mensalidades de ginásio, e não é por acaso, é a âncora do acessível a funcionar. Segunda: em Braga (Manta, 40 € o 1x/sem) o preço não é assim tão mais baixo do que em Lisboa (Vairagya, 30 €). No yoga, o método e o nome da instrutora pesam mais na diferença de preço do que a cidade. O teu ponto de partida é o estúdio ao teu lado com a tua tradição de prática, não a média nacional.

A conta que decide o teu preço: o custo por aula

Esquece o que os outros cobram por um segundo. O que decide o teu piso é uma conta tua: quanto te custa uma aula antes de ganhares um cêntimo. É a mesma conta que um estúdio de reformer faz por vaga, mas com números diferentes, porque tu não tens equipamento caro a amortizar. Faz esta conta à mão uma vez e nunca mais pões um preço às cegas.

Uma aula de yoga tem três custos que tens de cobrir sempre, encha ou não encha a sala:

  • A sala, por hora. Pega na tua renda mensal e divide-a pelas horas em que a sala dá aulas. Uma renda de 800 € numa sala que roda 50 aulas por mês são 16 € de sala por aula. Se partilhas a sala ou a alugas à hora, usa o valor à hora direto.
  • A instrutora. Se és tu, ainda assim conta o teu tempo; se contratas, uma aula paga-se tipicamente entre 15 e 30 €, conforme a experiência e a zona. Este é o custo que mais mexe no piso.
  • O seguro e os fixos pequenos. O seguro de acidentes das alunas, a limpeza, a água, o software. Espalhados por aula, são poucos euros, mas existem. Vários estúdios cobram uma joia ou um seguro anual à parte por causa disto (a Lotus pede 70 € de joia, a OM Academy 10 € de seguro anual).

Junta os três. Uma aula com 16 € de sala, 20 € de instrutora e 4 € de fixos custa-te 40 € antes de aparecer uma única aluna. Agora divide pelo número de alunas na sala, e vês o piso por lugar mexer:

  • Com 8 alunas, o custo por lugar é 5 €: vender a aula avulsa a 12 € deixa 7 € de margem por lugar.
  • Com 12 alunas, cai para 3,30 € por lugar, e a mesma avulsa de 12 € rende quase 9 € por lugar.
  • Com 4 alunas, sobe para 10 € por lugar, e a 12 € a aula mal cobre os custos.

A lição é a mesma do reformer, com um remate diferente: o teu piso não é o preço da avulsa, é o custo da sala vazia dividido por quantas alunas lá pões. E como o yoga leva turmas maiores, a ocupação mexe ainda mais no teu bolso do que num estúdio de reformer. Encher a aula das 19h de 6 para 14 alunas não te muda o custo (a sala e a instrutora são as mesmas), mas duplica a receita. Por isso, antes de mexeres no preço, olha para os lugares vazios. É aí que está o teu dinheiro.

A aula por donativo: o que resolve e o que esconde

Chegámos à pergunta que só existe no yoga, e a que a tua cabeça vai voltar mais do que uma vez: devo ter uma aula por donativo? A resposta honesta é sim, uma, e nunca o modelo inteiro. Vale a pena perceber porquê.

Primeiro, o que a aula por donativo resolve mesmo. Uma aula comunitária, em que cada um paga o que pode ou quer, faz três coisas por ti que o preço fixo não faz:

  • Acesso. Deixa entrar quem não pagaria 12 € mas paga 5 €, ou nada. Isso é fiel à tradição do yoga e traz-te gente que de outra forma nunca cruzava a porta.
  • Comunidade. A aula por donativo é onde a comunidade do estúdio se junta sem barreira. Cria o ambiente que retém as alunas que pagam.
  • Marketing. É a tua melhor porta de entrada. Uma pessoa experimenta por 5 € de donativo, gosta, e passa à mensalidade. Sai-te mais barato encher uma aula comunitária do que pagar anúncios.

Agora o que a aula por donativo esconde, e que ninguém te diz. O donativo médio real é baixo. Onde há valor sugerido, ele anda nos 5 € (a Sofia Mano sugere um mínimo de 5 € por donativo consciente, sofiamano.com); onde é donativo livre, sem sugestão, cai mais (o Anjos 70 corre por donativo livre, sem valor indicado, Cardápio). E há sempre quem venha de graça e não deixe nada. Se toda a tua receita dependesse do donativo, a aula com 20 pessoas render-te-ia talvez 60 a 80 €, e a maioria não cobria o custo da sala e da instrutora. Uma aula por donativo é uma prática de marca (o marketing e a comunidade que ela cria), não uma linha de receita.

Por isso a regra: a aula comunitária semanal como funil, nunca o estúdio inteiro por donativo. Uma aula por semana por donativo é generosa, enche-te a sala com futuras alunas e diz ao mundo quem és. Sete aulas por semana por donativo é um estúdio a fechar por dentro.

Uma última coisa, fiscal, e sem rodeios: um donativo dentro de uma atividade comercial continua a ser receita. Chamar "donativo" ao que entra numa aula que fazes como negócio não a tira da faturação; recebeste dinheiro por um serviço, e isso fatura-se como qualquer outra aula. A palavra "donativo" descreve como o preço se forma (o aluno escolhe o valor), não muda a natureza fiscal do que recebes. O detalhe de como faturas e a que taxa fica para o teu contabilista, na mesma lógica do resto do teu preçário, e o IVA do yoga está tratado no guia de organizar um retiro de yoga em Portugal.

Drop-in, pack ou mensalidade: o que cada formato te diz

Depois do preço, o formato é a decisão que mais mexe no teu banco, e cada um diz uma coisa diferente sobre o compromisso da aluna.

  • Drop-in (avulsa). É o teste. Quem paga 12 a 25 € por uma aula ainda não decidiu nada; está a experimentar-te ou é de passagem. Deixa-a cara de propósito: a avulsa não é para reter, é para converter em algo com compromisso.
  • Pack de 10. É o meio-termo. Quem compra um pack de 10 (125 a 200 €) já gosta, mas não se quer prender a um mês fixo. Dá-te dinheiro à cabeça e um desconto por aula face à avulsa, mas não te deixa prever o mês. E cuidado com a validade: um pack sem prazo é um pack que nunca acaba, com lugares presos por quem aparece de mês a mês.
  • Mensalidade / ilimitado. É o compromisso. Quem paga todos os meses cria hábito, aparece mais e fica-te meses. É a receita que se repete e a que te deixa dormir. O reverso é que custa mais a vender à porta.

A escolha entre eles não é "qual é o melhor", é "qual é o que te falta agora". Esse trade-off, entre a caixa de hoje do pack e a previsão da mensalidade, está tratado por inteiro no pack de aulas, mensalidade ou assinatura para o estúdio; aqui interessa o remate específico do yoga.

E o remate é este, o problema de capacidade que a versão yoga do reformer também tem. O ilimitado barato enche a aula das 19h. Se vendes um ilimitado a 75 ou 90 € e todas as alunas querem a mesma aula das 19h da terça, essa aula transborda e as das 11h da manhã ficam desertas. A pessoa que paga 90 € de ilimitado e vem quatro vezes por semana ocupa lugares que valiam mais vendidos a quatro avulsas diferentes. A saída não é subir o preço, é usar os horários: um desconto de manhã e à hora de almoço (a OM Academy dá 20% nas aulas de dias úteis entre as 10h e as 17h30, omacademy.pt) desloca a procura das horas cheias para as vazias sem baixar o preço da hora de ponta. Enches a sala toda o dia, não só às 19h.

Competir contra o grátis: o YouTube, as apps e o ginásio

Aqui está o medo que trava muito dono de estúdio de yoga na hora de pôr o preço: se há yoga de graça no YouTube, aulas por 10 € por mês nas apps, e yoga incluído na mensalidade do ginásio, quem é que paga 30 ou 60 € por mês por aulas presenciais? Vale a pena olhar o grátis de frente, porque a resposta dá-te a confiança para não baixar o preço.

O grátis é real e é forte. Um ginásio como o Fitness Hut inclui aulas de grupo (yoga entre elas) numa mensalidade de 31,90 € que já pagas pelo resto, ou seja, a aula de yoga sai a 0 € marginais para quem já é sócio (Fitness Hut). O YouTube é grátis. As apps são baratas. Não consegues, nem deves, competir com isto no preço. Se tentares baixar até ao grátis, perdes dinheiro e perdes o posicionamento.

Então não compitas no preço. Compete no que o vídeo e a aula-a-encher-a-sala do ginásio não têm:

  • Correção. Uma instrutora que te olha e te corrige a postura antes de te magoares. O vídeo não sabe que estás a torcer a coluna. A aula de 40 pessoas do ginásio não repara.
  • Comunidade. As mesmas caras, semana após semana, um sítio a que pertences. O YouTube é sozinho na sala de casa.
  • O compromisso. Ter pago e ter hora marcada é o que te faz aparecer. Toda a gente que instalou uma app de yoga sabe que a app não a faz sair do sofá. A aula com nome e hora, sim.

A confiança é esta: nunca compares o teu preço com o gratuito, porque não vendes a mesma coisa. O grátis vende conteúdo. Tu vendes presença, correção e um sítio. Quem quer só o movimento fica no YouTube; quem quer praticar a sério procura-te. O teu preço tem de dizer isso com clareza, não pedir desculpa por não ser grátis.

Como medir se o teu preço está certo

Pôr o preço é o começo. Saber se está certo mede-se com três números que valem mais do que qualquer palpite. Olha para eles todos os meses.

  • Receita por aula por horário. Não olhes só para o total. Olha para o que cada horário rende: a aula das 19h cheia e a das 11h vazia dizem-te onde falta procura, não onde falta preço. É o número que te diz que horas empurrar com desconto e quais estão a puxar por si.
  • Taxa de ocupação. Lugares ocupados sobre lugares disponíveis, por aula. Como o yoga leva turmas maiores, é o número que mais mexe no teu resultado. Uma ocupação baixa nas horas boas é dinheiro no chão; uma ocupação alta nas horas más diz-te que podes abrir mais uma aula ali.
  • Percentagem de drop-ins que viram packs ou mensalidades. Este é o funil todo. Se muita gente experimenta na avulsa mas poucos passam ao compromisso, o problema não é o preço da avulsa, é o que acontece depois dela. Segue esta taxa e sabes se o teu preçário converte ou só deixa passar gente.

Estes três números fazem o trabalho que a intuição não faz: mostram-te se mexes no preço, nos horários ou na conversão. Feitos à mão, folha a folha ao fim do mês, é trabalho a mais para os teres a tempo de decidir. Num software de gestão do estúdio, a ocupação por aula e a conversão do drop-in saem sozinhas, e vês o que corrigir enquanto ainda dá para corrigir.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma aula de yoga em Portugal?

Numa recolha de julho de 2026, a aula de yoga avulsa anda nos 12 a 25 €, com o grosso nos 12 a 16 €. Numa mensalidade de uma aula por semana, cada aula sai bem mais barata (30 a 60 € o mês). Num ilimitado (75 a 158 € o mês), quem pratica muito paga poucos euros por aula. O yoga é mais barato do que o reformer.

Porque é que o yoga é mais barato do que o reformer?

Porque não tem equipamento caro e leva turmas maiores. O reformer precisa de uma máquina por aluna e a sala mete 6 a 12 pessoas; o yoga precisa de tapetes e a mesma sala leva 15 a 20. Mais lugares para dividir o custo, sem uma máquina a amortizar. Por isso a avulsa de yoga (12 a 25 €) fica abaixo da de reformer (18 a 35 €).

Devo dar aulas de yoga por donativo?

Uma sim, o estúdio inteiro não. A aula comunitária por donativo dá-te acesso, comunidade e marketing, e é uma ótima porta de entrada para a mensalidade. Mas o donativo médio real é baixo (à volta de 5 € onde há valor sugerido, menos onde é livre), por isso funciona como prática de marca, não como receita. E fiscalmente continua a ser receita: fatura-se.

Quanto devo cobrar pela aula de yoga no meu estúdio?

Olha primeiro para os dois ou três estúdios ao teu lado com a tua tradição de prática, não para a média nacional. Depois faz a conta ao custo por aula: sala por hora, instrutora e seguro, dividido pelas alunas que enches. O preço tem de cobrir esse custo com a sala meio cheia, e a avulsa deve ficar cara para empurrar para a mensalidade.

Como concorro com o yoga grátis do YouTube e dos ginásios?

Não pelo preço, nunca ganhas ao grátis. Ganhas no que o vídeo não tem: correção da postura por uma instrutora, uma comunidade de caras conhecidas, e o compromisso de ter hora marcada, que é o que te faz aparecer. Quem quer só o movimento fica no YouTube; quem quer praticar a sério procura uma aula presencial. Vende isso, sem pedir desculpa.

Definir o preço da aula de yoga é uma conta de custo por aula temperada pela cultura do acessível: quanto te custa a sala vazia, dividido por quantas alunas lá pões, com a avulsa cara e a mensalidade a reter. Depois de o pores, o que fica é encher as aulas e cobrar sem falhas todos os meses, e é isso que o Stryde te tira das mãos, da lista de espera que enche a aula à faturação. Marca uma demo e vê o Stryde a funcionar no teu espaço. Vê também o pack de aulas, mensalidade ou assinatura para o estúdio e, para o universo caro ao lado, quanto cobrar por uma aula de reformer.

Fontes

Última atualização: 7 de julho de 2026. Os preços por estúdio foram recolhidos em julho de 2026 nos preçários oficiais. Esta página é revista quando os estúdios mexerem nos preços de tabela, e no mínimo uma vez por ano.

Nota de método: os preços por estúdio são uma amostra de conveniência de valores anunciados em julho de 2026, não um estudo estatístico. Referem-se a aulas de yoga em grupo. A amostra pesa para Lisboa, Porto e Braga, onde os estúdios publicam preçário; muitos estúdios mais pequenos não publicam e pedem para contactar. As promoções e a joia/seguro variam; apontámos preços de tabela. Cada preço remete para a página onde foi consultado.

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